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Governo do Amapá eleva indicador estadual do pré-natal odontológico

No estado, 10 dos 16 municípios atingiram o padrão exigido pelo Ministério da saúde.

O Governo do Amapá elevou os índices estaduais do pré-natal odontológico em 10 dos 16 municípios. As cidades alcançaram o padrão exigido pelo Ministério da Saúde (MS) – o ideal é que 60% das gestantes façam a primeira consulta do pré-natal até a 12ª semana e ao menos uma consulta odontológica de avaliação durante a gestação.

O pré-natal odontológico é um acompanhamento que busca orientar as gestantes sobre os cuidados com a própria saúde bucal. Essa prevenção é importante para evitar cáries, infecções e extração dentária, já que qualquer tipo de infecção adquirida pela mãe pode afetar o bom desenvolvimento do bebê.

Desde abril de 2021, as equipes de articuladores das redes de assistência à saúde e a gerência de atenção básica da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) estiveram em todos os municípios do estado realizando oficinas, treinamentos, reuniões e visitas técnicas para fortalecer as ações e serviços de atenção primária à saúde com intuito de preparar os municípios para exercer um trabalho de assistência às gestantes, reforçando a importância das políticas de saúde.

Alcançaram a meta os municípios de Laranjal do Jari, Amapá, Calçoene, Vitória do Jari, Oiapoque, Pracuúba, Tartarugalzinho, Cutias do Araguari, Ferreira Gomes e Pedra Branca do Amapari.

“A gestação pode causar uma série de alterações fisiológicas e hormonais na mulher, fazendo com que haja um maior cuidado com a saúde bucal, por isso reforçamos a importância da equipe de saúde bucal e o pré-natal odontológico”, explicou o articulador estadual da Rede Materno-infantil, Weslley Lieverson.

O acompanhamento da gestação deve ser feito nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), mantidas pelas redes municipais. O ideal é que a gestante faça, no mínimo, seis consultas durante a gravidez, sendo que a primeira deve acontecer, no máximo, até a 12ª semana. O pré-natal detecta problemas fetais e avalia questões fisiológicas da mãe, possibilitando, se necessário, um tratamento precoce para a mãe e bebê.

Fonte: Governo do Amapá


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Wesley Lima

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades culturais, sócio-políticas e econômicas da região.

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