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House Of The Dragon 1×10 – A Rainha Negra

Rhaenys chega a Pedra do Dragão com notícias, e elas não são nada boas, Rhaenyra descobre de uma só vez que seu pai morreu e seu meio irmão juntamente com a Casa Hightowers usurparam seu trono. Ela entra em trabalho de parto. – Enquanto isso acontece seu dragão sofre junto com ela. A cena é forte e simbólica, ela praticamente luta, não quer ajuda das parteiras e pôr fim a criança nasce morta. – Daemon e seu dragão parecem sentir a mesma inquietação, ele fala com os homens que os servem para saber a quem eles são fiéis, enquanto seu dragão os observa pronto a mandar fogo caso eles se mostrem fieis a Aegon, o usurpador.

Ela se recupera, e durante o enterro do filho, Sor Erryk Cargyll, jura fidelidade a Rhaenyra, ele é um dos gêmeos, e lhe entrega a coroa de Viserys,seu pai falecido. – Ela é coroada herdeira do Trono de Ferro, e todos lhe juram lealdade. Ela agora deixa o papel de mãe em definitivo e passa a ser a rainha, a governante, a guerreira.

Ela se reúne com seu conselho diante da mesa lindíssima, que não foi iluminada com carvões, em Games of Thrones. – Mas aqui é, e gente, que coisa mais inteligente e linda. Ela mostra todas as casas e territórios e aliados. A conversa é quantos dragões e montadores eles tem. – A Dança dos Dragões começou. Daemon fica ao seu lado e acho ele perfeito. A aconselha de modo decidido e não a deixa esquecer quem é ela, e seus inimigos. – A cena dele a segurando pelo pescoço foi ridícula, desnecessária. – Exagero da série para gerar burburinho. – Não faz o gênero dele fazer isso.

Os negros planejam e se agrupam para fazer frente aos Verdes, e a guerra se desenha em linhas sangrentas e mortais.  – E quando o assunto aliados aparece Lucerys e Jace, se oferecem para ir ter com eles. Rhaenyra consente. – Essa conclusão só veremos no fim do episódio.

Daemon deixa claro que eles não podem dobrar o joelho diante dos Hightowers, eles são usurpadores de primogenitura. Rhaenyra tem de ser dura e ir a guerra contra os Verdes. Nos planos eles pretendem sitiar a Fortaleza Vermelha em Kings Landing. Pois ela é fragil sem suprimentos.

Uma das cenas mais bonitas e intrigantes desse episódio, é a que Daemon deixa o conselho e vai ate as cavernas. Na verdade metade saão e parte caverna completamente escuro segurando uma tocha. E cantando uma canção melódica em alto valiriano. – Enquanto na escuridão um grande dragão se move, e por fim cospe fogo pelos ares. – E encara Daemon e com ele se vincula. – O dragão é Vermithor, seu apelido, é Fúria de Bronze. – Ele é o segundo maior dragão em Westeros, com apenas Vhagar sendo maior. Vermithor pertenceu ao rei Jaehaerys, pai de Viserys. Após sua morte ele fugiu para Pedra do Dragão, onde vivia sozinho nas cavernas.

E chaga uma das cenas que mais gostei o confronto em Pedra do Dragão entre Daemon, Otto e Rhaenyra.  A cena se não fosse tensa seria hilária. – Não porque não foi bem-feita, muito pelo contrário a cena é perfeita. – O que a torna hilária, é a ousadia de Otto em vir até a herdeira legítima do trono e propor que ela, e seus filhos, limpem a bunda de seu meio irmão. – Ele lhe oferece cargos de pajens! – É sério? Rhaenyra aparece e controla os ânimos, mas Daemon tem ódio demais de Otto, e a chuva de palavrões é perfeita. – O final é sem dúvida covarde quando ele lhe passa a página do livro que ela arrancou quando era jovem e andava em companhia de Alicent. – Os Verdes são realmente muito baixos.

Rhaenyra aparece e controla os ânimos, mas Daemon tem ódio demais de Otto, e a chuva de palavrões é perfeita. – O final é sem dúvida covarde quando ele lhe passa a página do livro que ela arrancou quando era jovem e andava em companhia de Alicent. – Os Verdes são realmente muito baixos.

Corlys aparece vivo e se recuperando e fica sabendo de todas as novidades inclusive da morte do irmão. Ele não se surpreende em anseia por vingança, pois bem conhecia as ambições dele. Por fim, aparece na sala e se junta ao conselho dos Negros dando seu apoio a Rhaenyra.

Os filhos de Rhaenys partem em busca de aliados, e acaba muito mal para um deles. Lucerys visita a Ponta Tempestade e acaba se encontrando com o primo, o qual arrancou o olho. Ele é mal recebido pelo lorde. E Aemond o confronta tirando o tapa olho para exibir a joia que usa no lugar. O lorde os impede de lutar, pois o jovem Lucerys é um mensageiro. A coisa acaba de forma violenta. Lucerys monta seu dragão que já está visivelmente nervoso com a presença do grande dragão Vhagar.

Aemond os persegue e incita o seu dragão contra eles em perseguição, Arrax com medo lança fogo em Vhagar e foge, numa manobra perfeita o grande dragão voa surpreendendo o dragão e os mata com uma mordida feroz. Matando o Lucerys e Arrax. – a perseguição nos deixa de sangue gelado. Os dois dragões não têm comparação, Vhagar é imensa, e Arrax pequeno e jovem.  

Aemond tentou impedir Vhagar, o que ele não entende é que não se pode brincar com as intenções de um dragão.

Na última cena vemos Daemon puxar Rhaenyra e lhe contar a tragédia, que vai ser vista sim, como o primeiro movimento de guerra. Ela se vira para nos expectadores e é possível ver uma veia saltada em sua testa e todo o ódio de uma mãe ferida.

Minhas conclusões. A série toda está sendo feita com muito cuidado e salvo alguns pequenos exageros, passa bem. – A segunda temporada será certamente feita de mortes e lutas entre dragões. – E teremos de nos segurar na cadeira para suportar ver essas lindas criaturas e seus montadores perecerem.

Fotografia, guarda-roupa, história, personagens, efeitos. Tudo extremamente bem feito como só a HBO sabe fazer. – Dou graças estar viva e poder ver meus sonhos mais antigos sobre dragões se realizarem. Pois amo essas criaturas incríveis cuspidoras de fogo. – Vou me prepara psicologicamente, tenho tempo, pois segundo soube, a segunda temporada só será exibida em 2024. Minha nota? Cinco beijos de fogo.

Escute a resenha aqui:

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Nazareth Fonseca

Nazareth Fonseca é escritora e jornalista e já conta com dez livros publicados, entre eles a série Alma e Sangue. Aficionada em filmes, séries e livros gosta de escrever sobre tudo que lê e assiste.

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