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A centelha divina e o ego – Em busca da unificação

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O trabalho que devemos fazer é tentar unificar Centelha e ego. É a individuação, que é diferente de individualização, ou seja, se individuar neste tema é a fusão Centelha/ego, onde o todo trabalhará e ainda seremos um ser individual, porém sentindo o coletivo e Deus.

Fisicamente, em termos de onda, ou mesmo em frequência hertz, você só entra em frequência com sua Centelha e com o Todo, quando não tem mais ondas e pensamentos/sentimentos negativos ou confrontantes com a onda do Todo. Temos que alcançar a frequência de Deus e abandonar esta frequência baixa que temos hoje, de raiva, inveja, rancor, mágoas, etc.

Neste estado é possível produzir dopamina, endorfina em toneladas. Você não dará mais importância para carnaval, banalidades, fofocas, picuinhas, conversas fúteis, entre outras perdas de energia e inteligência.

Nada do materialismo que vivemos hoje trará satisfação, porque simplesmente não fará mais diferença, pois você está em ressonância com o Todo. Isso precisa ser sentido.

A solidão some, vontade de banalidades, festas, etc., tudo muda, pois sua percepção muda.

Precisamos servir e não sermos servidos, fazer pelos outros, ajudar, trabalhar, estudar, aprender, ajudar mais ainda, FAZER O MÁXIMO AO NOSSO ALCANCE.

Os controladores, as religiões, a mídia, e todos os poderosos pensam que a humanidade não está preparada para saber e entender a verdade, e por isso por ignorância ou propositalmente não mostram as pessoas o mínimo sobre isso.

Isso já vem de milhares de anos atrás, nos primórdios de nossas histórias.

Porém, a hora é chegada. Vamos mudar isto e todos, repito, todos precisam ajudar. Podemos começar sentindo compaixão pela dor alheia, que é um sinal de evolução. Isso seria uma função do neocórtex. O cérebro reptiliano é o inverso. Para ele tudo é comida, mais para dominar.

Ajudar o outro, auxiliar as pessoas, etc., há inúmeras formas de fazer benevolência, por assim dizer e trabalhar para a Centelha e não para o cérebro reptiliano (ego).

Um grande exemplo dentre alguns na história, foi Joel Goldsmith. Ele descobriu e trabalhou para chegar à unificação ego/centelha divina. Joel não via doenças nas pessoas e, por isso, passou 30 anos curando pessoas e ajudando a curá-las. Ele simplesmente via todos de forma perfeita e fazia com que as pessoas se curassem, pois seu grau de iluminação e vibração era tão alto que beirava poderes divinos de cura.

Após muito tempo e estudo descobriu que estava apenas adiando a ida dos pacientes para o túmulo.

Então entendeu que deveria ajudá-las a se curar, se auto curar, se auto ajudar, sem depender de “magia” ou milagres feitos por outros.

Em suas 3 obras traduzidas ele trata do tema. (Sugiro leitura).

É ilusão tudo o que diz respeito ao ego. O ego quer poder, mas não tem poder benéfico nenhum. Precisamos ultrapassar o paradigma materialista, o qual principalmente o ego se apega.

Vivemos num planeta tridimensional, fisicamente falando. Temos que sair destes 3 lados para resolver a maioria dos nossos problemas. Precisamos ir para os 4, 5 ou vários lados mais. As possibilidades são infinitas, tanto em conhecimento ou coisas que ainda não conhecemos.

De onde o Mestre tirou 5 mil pães, 5 mil peixes? Como alimentou multidões que constam em todos os evangelhos? De onde veio essa energia, poder? A resposta é: Do Todo, do Vácuo quântico, do Criador. Cristo aprendeu a acessar o Todo, saiu destes 3 lados que vivemos, ou seja, saiu da caixinha que estamos, não tinha ego dominante, apenas a Centelha Divina, em ligação direta com o Pai e trabalhando muito para servir.

Doença é ausência de saúde. Jesus Cristo dizia: ESTÁ CURADO, VÁ E NÃO PEQUE MAIS.

O medo, a raiva, os atos maus, isto cria a doença. Ou seja, criamos nossas próprias doenças e problemas. Porém, podemos voltar a nos curar.

O Todo pode tudo, basta deixar o ego e escutá-lo, basta sentir. A única forma de conseguir a cura é sentindo-se perfeito, seja o órgão que for.

Logo, nunca perca de vista a meta suprema, de abrir mão da supremacia do ego em favor da parte Divina que há em você, com as próprias individualidades. A prática para alcançar isso é frear e tirar de lado o suposto realizador que existe em nós (ego) e não nos levarmos muito a sério. Em outro modo, dançar a música com leveza, sem nos preocuparmos com o que os outros pensam de nós, nem mesmo com o que eu penso a meu respeito.

Como também brilhantemente Amit Goswani trata em uma de suas obras, é dar espaço para a consciência-Deus dentro de nós trabalhar, o que pode ser percebido pelas seguintes palavras das sagradas escrituras:

  • Amados, amemos uns aos outros, pois o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.
    1 João 4:7
  • Sabemos que permanecemos nele, e ele em nós, porque ele nos deu do seu Espírito.
    1 João 4:13
  • Filhinhos, agora permaneçam nele para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança e não sejamos envergonhados diante dele na sua vinda.
    1 João 2:28
Como todo conhecimento, de nada adianta apenas entender o que está escrito e segurar para si, é preciso AÇÃO, ou seja, DIVULGAR E COLOCAR EM PRÁTICA. SUCESSO!
Leia mais em – Entenda o que Somos – clique aqui.

Créditos de imagem: Unsplash. Fotografia de Hunter Bryant.

Revisão e edição de Luiz Gustavo Chrispino.

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Leonardo Garbossa

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades sócio-políticas e econômicas da região.

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